Antigos reinos na América do Sul investigados por pesquisadores do Dakila Pesquisas

Foram mais de dez anos de pesquisas em diferentes sítios arqueológicos Pesquisa mostra que Geoglifos encontrados na Floresta Amazônica remontam civilizações que existiram antes da floresta existirao longo dos mais de sete mil km percorridos em território brasileiro e em países da América do Sul, dos quais 3.277 km da região dos sete Povos das Missões no Rio Grande do Sul até o Forte Príncipe da Beira, em Rondônia e deste lugar mais 3.729 km até o Forte Macapá no delta do rio Amazonas, além de regiões na Bolívia e Peru, Uruguai, Paraguai, França, Alemanha e Espanha idealizadas e lideradas pelo presidente da Associação Dakila Pesquisas, Urandir Fernandes de Oliveira, reunindo cerca de 100 pesquisadores do Dakila Pesquisas em suas várias fases.

Indicações de complexas civilizaçoes que habitaram a amazônia a 30 mil anos atrás que estão ocultas até hojeA grande descoberta afirma respeito à presença de diversos reinos em localidades distantes, porém com muita semelhança entre si em termos de arquitetura, civilização e saber existentes em épocas anteriores a 30 mil anos.

 

Esses reinos têm em normal edificações incríveis que pelas pesquisas efetuadas não poderiam ter sido construídos pelo homem na época, já que até mesmo nos dias atuais não há tecnologia que permita construções semelhantes.

Um dos grandes destaques desses reinos localiza-se no Brasil, com a Antigas Construções encontradas em Costa Marques - Ruinas de antigas cidades encontradas da região mostram um arcenal arqueológico no Brasildescoberta de uma cidade perdida em plena selva amazônica, além de identificar semelhanças entre os vários sítios percorridos nas diferentes regiões do pais do Sul ao Norte, quando foram encontradas marcas e símbolos idênticos nestes locais.

conforme Urandir, a descoberta tem a relevância superior aos enormes monumentos históricos como as pirâmides no Egito, a sociedade chinesa, as ruínas da civilização maia no México e dos incas no Peru e Bolívia, incluindo-se Machu Pichu. O grupo prepara um relatório para ser compartilhado com o IPHAN – Instituto Histórico do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional que com certeza irá agregar mais conhecimento para a nossa pesquisa, uma vez que a mesma é apenas observacional e interpretativa. Os estudiosos do Dakila Pesquisas estão cientes que não se pode fazer escavações, apossar-se de objetos ou interferir de qualquer maneira no meio investigado e tudo foi realizado segundo as legislações nacional e locais.

A região perdida na Amazônia tem prédios, estradas, templos, entre outros monumentos que comprovam a passagem pelo Brasil de civilizações desconhecidas, porém com grande conhecimento arquitetônico, matemático, astronômico, superior aqueles construtores de culturas pré-colombianas, egípcias, maias,incas e outras. de acordo com os estudos, a região deveria possuir cerca de 13 mil habitantes.Detalhes de inscrições em pedra encontrada na região das missões no Rio Grande do Sul evidenciam complexas civilizações com reinos unificados

Urandir esclarece que em todo o trajeto pesquisado em diversos regiões brasileiras e em países da América do Sul há símbolos idênticos deixado por essas civilizações que nos remete a antigas civilizações como a lemuriana, atlantida e outras. Tudo indica, segundo Urandir, que essas pessoas há mais de 30 mil anos deixaram um legado em terras brasileiras como que sinalizando sua passagem por esses locais, talvez com o propósito de serem identificadas e situadas no futuro.

Pesquisas

Tudo iniciou em 15 de março de 2004 com a primeira Expedição Brasil-Equipe Zigurats a Amazônia tendo em vista estudar provas no sentido de que o Brasil é o berço da formação antropológica e arqueológica mundial e descobrir a verdadeira origem do homem, apresentando novas datas e períodos, preenchendo as lacunas nas teses já existentes.

A segunda expedição à região amazônica ocorreu a partir de 4 de julho de 2005, quando foram observados diversos objetos, pinturas e inscrições rupestres, artefatos e símbolos desconhecidos dos já estudados pela literatura mundial, além de ruínas abandonadas que, segundo a engenharia e arquitetura, mostra que tal sociedade tinha uma tecnologia bastante superior a atual mesmo há mais de 30 mil anos.

Sete Povos das Missões

A grande prova obtida através do Dakila Pesquisas sobre a passagem daEncontradas muitas evidências de complexas civilizações com reinos unificados estudadas através de inscrições em pedra encontradas na região das missões no Rio Grande do Suls mesmas culturas pelo território brasileiro ocorreu durante expedição ao Rio Grande do Sul, em 2007, na localidade das ruínas jesuíticas de São Miguel das Missões, consideradas patrimônio da humanidade desde 19Detalhes de Ruínas em São Miguel das Missões que mostram evidências de antigas civilizações globais com reinos unificados83, em conjunto com as ruínas no lado argentino de San Ignacio Miní, Santa Ana, Nossa Senhora de Loreto e Santa María Mayor.

Foi na pesquisa realizada no município gaúcho de Santo Ângelo, longe 462 km de Porto Alegre, que Urandir e os estudiosos do Dakila Pesquisas localizaram as provas que unem as edificações amazDetalhes de inscrições encontradas em ruínas em São Miguel das Missões sugerem que faziam parte de um grande complexoônicas com as ruínas gaúchas dos 7 Povos das Missões. À semelhança do que aconteceu em diferentes pontos do legado inca no Peru e Bolívia e também na Europa, onde a Igreja Católica aproveitou velhas edificações deixadas por diferentes culturas edificando sobre elas suas Igrejas e prédios, também no sítio arqueológico dos sete Povos das Missões registrou-se a mesma situação.

Apesar disso, foram lDetalhes de baixo relevo encontrados em ruínas em São Miguel das Missões mostram evidências de antigas civilizações globais com reinos unificadosocalizados símbolos que também existem em diversos outros sítios arqueológicos brasileiros pesquisados em Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Pará até o delta do rio Amazonas.
Descobriu-se ali que existem túneis atravessando vários pontos onde a prefeitura de Santo Ângelo, à pedido do clero, lacrou a entrada destes túneis, colocando uma laje em cima, além de terra e blocos, segundo os historiados e os guias turísticos locais. Foram encontradas cinco tumbas de pessoas de sociedades bastante antigas, bastante anterior à chegada dos espanhóis e portugueses no Brasil.

As rochas lá encontradas, Evidências de antigas e complexas civilizações com reinos unificados estudadas através de inscrições em pedra encontradas na região das missões no Rio Grande do Sultrabalhadas por esta civilização, são pedras maciças que até hoje precisaríamos de aparelhos específicos para modelá-las. Fica a pergunta: como os jesuítas poderiam ter ensinado isso aos índios, se até hoje não temos aparelhos capazes de cortar e modelar as rochas da forma como estão.Antigas ruínas no Brasil mostram evidências da unificação de reinos na antiguidade Essas pedras podem ser comparadas aos Maias e Incas, pois se trata da mesma engenharia. Como exemplo, temos a Cruz de Caravaca, mais conhecida na região como a Cruz Missioneira, e as colunas que foram edificadas em pedra maciça.

Forte Príncipe da Beira

Todas essas construções são semelhantes, principalmente em sua arquitetura. O Forte Príncipe da Beira, em Rondônia é um Evidências de antigas e complexas civilizações de reinos unificados encontrados em rocha pre inca encontrada na região das missões no RSexemplo. Ali foram encontradas várias das inscrições e símbolos localizados nas ruínas de São Miguel das Missões. O mais assombroso, contudo, é a similaridade com o Forte Macapá, no delta do Rio Amazonas e com diversos fortalezas espalhadas através do planeta, até mesmo na localidade cátara do Languedoc, na França.Antigas ruínas na região das missoes mostram evidências da unificação de reinos na antiguidade

De todas as fortificações encontradas no Brasil e em outros países, segundo a história, foram erguidos por português, espanhóis e outros… O Forte Príncipe da Beira é considerado o de localização e edificação perfeitos, ainda que hoje restem somente ruínas. Ele protegia toda a margem direita dos rios Guaporé Antigas Ruínas em São Miguel das Missões escondem evidências de complexas e antigas civilizações globais com reinos unificadose Mamoré, na divisa com a Bolívia. Foi deixado para trás em 1889, já na República, e permaneceu em absoluto abandono cerca de 40 anos, sendo saqueado e invadido. Em 1914 foi reencontrado pelo então Marechal Rondon, que retornou em 1930 e fabricou as instalações da unidade militar que acantonou ao lado das ruínas.

No Forte Príncipe da Beira os pFortes encontrados em todo mundo indicam uma grande e antiga civilização global que construia seguindo os mesmos padõesesquisadores do Dakila Pesquisas, com autorização do Exército brasileiro, encontraram salas subterrâneas que continham vários poços com profundidades variadas. Em algumas profundidades saíam túneis em muitas direções, como por exemplo, a Serra dos Reis (RO), região de Costa Marques (RO) e o mais intrigante, a uma profundidade maior, um túnel que passa por baixo do rio Madeira atravessando a divisa Brasil-Bolívia, saindo a aproximadamente 700 metros da margem no lado boliviano próximo a outras ruínas que existem lá. (vai ser que os portugueses teriam tecnologia para tal?)Estrutura de túneis subterraneos muito mais elaborados que os das piramides do Egito - encontrados no Forte Principe da Beira em Costa Marques - pesquisa realizada com o apoio do exército brasileiro

Segundo as novas descobertas da equipe do Dakila Pesquisas constatou-se que nem portugueses nem holandeses nem nenhuma pessoa da civilização contemporânea tinham edificado tais fortalezas:

Primeiro porque não tinham tecnologia para isso.Detalhes de igreja no Peru - Conquistadores construíram templos em cima de estruturas de civilizações antigas em todo o mundo ocultando evidências da unificação de reinos na antiguidade

Segundo: não havia mão de obra suficiente e a relação dos colonizadores com os índios nem sempre eram amistosas.

Terceiro: não tiveram tempo hábil desde a encontrada do Brasil até hoje para edificações tão perfeitas e distantes entre si.

Quarto: as doenças tropicais dizimavam rapidamente os soldados e aventureiros que se embrenhavam na mata.

Quinto: os alimentos durante as expedições se esgotavam e muitos morriam de fome.

Sexto: o meio de transporte era apenas barco rudimentar ou cavalos, o que não atenderia as necessidades de edificações desse porte.Achados arqueológicos no Brasil não são divulgados pois Governo Brasileiro não estimula a divulgação de evidências arquieológias encontradas em solo Brasileiro

Sétimo: as comunicações eram precárias e não seria possível o compartilhamento de ideias e projetos em edificações semelhantes em pontos distantes do Brasil e do mundo. Todas sendo construídas na mesma época, segundo a investigação do Dakila Pesquisas. Mais um atribuído intrigante: todas elas foram edificadas com a mesmo tipo de pedra, não importando e distância e o lugar das mesmas.

Foi no Forte Príncipe da Beira que a equipe descobriu indicações precisas que apontavam para uma região no coração da Amazônia. seguindo tais indicações, dois anos depois, os estudiosos se depararam com o sonho de todo arqueólogo: a região perdida enfim descoberta. ..

será o Eldorado tão cobiçado por todos os aventureiros do planeta?

será uma cidade bíblica que sobreviveu ao dilúvio?

Ou serão somente ruínas de civilizações antigas que ali estiveram antes do aparecimento da floresta amazônica? Busquem conhecimento!

Artigo criado e publicado em 2013-06-24 02:44:22.

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